Comemoração dos 50 anos

«A EB 2,3 D. Fernando II comemorou no passado dia 29 de outubro de 2018 os 50 anos de existência!

É meio século a fazer história no concelho de Sintra, desde as instalações no antigo Casino (hoje em dia MUSA) até à escola atual, na Rua António Cunha. De entre várias atividades realizadas nesse dia da responsabilidade de várias entidades da Escola (ECO Escolas, Biblioteca Escolar, Coordenação etc.), destacou-se o lanche-convívio pelas 16h30min, que contou com a presença de muitos profissionais / amigos antigos que tivemos todo o prazer em rever.

No blogue da Biblioteca Escolar https://biblogtecaqui.blogspot.com/ está disponível um artigo com algumas fotos da comemoração. Como bem referiu a atual Coordenadora da escola, foi com muitos deles que nós, os mais jovens, aprendemos a viver o dia-a-dia desta profissão tão nobre e desafiante. Venham mais 50 anos!»

Professora Bibliotecária,
Luísa Azevedo e Silva

Halloween e Dia de Todos os Santos

O Halloween surgiu nos Estados Unidos por via dos celtas, ou seja, depois da emigração em massa dos irlandeses, povo de origem celta, para o continente americano no século XIX. A crença de que a barreira entre vivos e mortos está mais vulnerável nesse dia levou os americanos a procurar celebrar o contacto com forças sobrenaturais negativas, mais sombrias, misteriosas e maléficas.

Na noite de 31 de outubro para 1 de novembro, as crianças americanas mascaram-se de criaturas assustadoras – como bruxas, fantasmas ou zombies, por exemplo – e também elas tocam à campainha dos vizinhos em busca de comida. Dizem “doçura ou travessura” e os vizinhos decidem se abrem a porta. Mas se não o fizerem com recompensas (leiam-se doces), habilitam-se a ver ovos atirados contra a janela na manhã seguinte.

Para se entender melhor a relação evidente entre o Halloween e o Dia de Todos os Santos, olhe-se para a origem da palavra: “Halloween” que vem da expressão “All Hallows Eve”, isto é, “Véspera de Todos os Santos”.

Assim, para chegarmos à implementação do Dia de Todos os Santos também é preciso recuar ao tempo dos celtas. Este povo que passou pelo território que é hoje Portugal celebrava o arranque do inverno com dois objetivos: apaziguar os poderes do outro mundo – isto é, as forças do Além, onde estariam as almas dos mortos – e pedir a abundância nas colheitas futuras.

Este tipo de celebração não era, ainda assim, exclusivo dos celtas: também os romanos organizavam os “saturnais”, que funcionavam como uma passagem de ano espiritual, com grandes festas com muita comida e diversão.

Neste dia, acredita-se que a fronteira entre a vida na Terra e a vida Divina estava enfraquecida e portanto podia haver “contacto entre os vivos e os mortos do Além”.

E o Dia dos Finados?

Mas a festa não acaba aqui: a 2 de novembro ainda é dia de celebrar a vida e a morte. Apesar de as pessoas aproveitarem o antigo feriado de dia 1 ou o domingo mais próximo a este dia para homenagear os entes queridos que já partiram, o Dia dos Finados é oficialmente a 2.

Texto adaptado de https://observador.pt/2015/10/30/a-historia-do-dia-de-todos-os-santos-que-quase-morreu-com-o-halloween/

No âmbito da disciplina de Inglês, para comemorar o Halloween, decorreu na Biblioteca da Escola uma exposição/concurso de símbolos alusivos a esta festividade elaborados pelos alunos do 5º e 6º anos de escolaridade.

Os alunos foram convidados a votar no seu trabalho preferido para se apurarem assim os três primeiros lugares. Os resultados serão anunciados em breve.

O grupo de Inglês agradece a todos os alunos que participaram com os seus trabalhos, bem como a ajuda e disponibilidade dos seus Encarregados de Educação e familiares.

Deixa ainda um agradecimento especial à professora Paula Jacinto e à D. Augusta pela forma carinhosa com que receberam e acompanharam esta atividade.

O grupo de Inglês da EBIC

Fotos de Paula Rações

O SERALOC

Os alunos da EBI de Colares das turmas de 3.º A, 3.º/4.ºB e 4.ºA reuniram-se para apresentar um projeto, que eles pretendem levar a cabo ao longo deste ano letivo. Este projeto é o jornal de parede e digital (através do Chão de Areia) o SERALOC!

Os alunos apresentarão diferentes tipos de artigos em diferentes rubricas: “Notícias”; “O Desafio do mês”, onde convidarão os seus leitores a descobrir as respostas; “Anedotas”; “A Nossa Terra” onde se quer relembrar/falar sobre alguns assuntos da nossa querida terra; e por fim “Perlimpimpim…a nossa história começa assim….”.

Desta forma, convidamos todos a seguir os nossos pequenos jornalistas tanto na escola, como através do Chão de Areia.

Os primeiros artigos sairão brevemente e aguardamos ansiosamente o vosso feedback!

Já agora, caros leitores, vai o primeiro desafio…

Por que razão o nosso jornal se chama “Seraloc”?

Os docentes,

Anabela Recto
Maria das Dores Padeirinha
Rui Abreu
Sílvia Cordeiro

Um Novo Arranque

Após um curto interregno, o nosso estimado Chão de Areia volta a entrar em atividade. Somos uma nova equipa que irá trabalhar para manter a qualidade que é reconhecida ao nosso jornal. Consideramos que o que tem qualidade deve continuar e assim iremos manter o essencial desta publicação.

De acordo com a linha editorial prevista pela Direção do Agrupamento, os artigos a publicar serão artigos de fundo, crónicas, artigos de opinião, etc.

Consideramos que a participação de todo o Agrupamento será fundamental para a boa qualidade do nosso trabalho e para a frequência de artigos a publicar.

Naturalmente, o carácter recente da formação da nossa equipa editorial irá influenciar o ritmo inicial, mas estamos cientes de que, com a participação de todos e a ajuda preciosa do nosso fundador e ex-editor e coordenação CIC neste arranque, iremos levar o Chão de Areia a bom porto.

Assim, até breve!

Contamos com todos.

Ana Alexandre
Paula Pinto

Temporariamente em Ponto Morto

Informação aos Leitores

 

Os visitantes regulares do Chão de Areia provavelmente já repararam que o jornal se encontra praticamente parado, pois, desde o início do ano letivo, saíram apenas três artigos, que estavam, há muito, agendados para publicação automática. Embora não tivéssemos capacidade (entenda-se, tempo), para voltar à média de praticamente 3 artigos por semana, não tencionávamos deixá-lo parado.

 

Esta situação nunca foi usual, pois o dinamismo deste jornal tem sido uma constante, algumas vezes até, com dois artigos no mesmo dia. No primeiro ano (2009), desde o início de setembro até final de outubro, foram publicados 26 textos. No ano seguinte, 35… No último ano letivo, um dos de menor atividade durante estes dois meses, apenas 15. No anterior (2016) tinham sido publicados 22 no mesmo espaço de tempo. Por muito reduzido que fosse o número, nunca foi tão baixo.

 

A Direção do Agrupamento, no corrente ano letivo, para evitar a má qualidade dos artigos e os desvios à linha editorial, resolveu reformular o Chão de Areia, nomeando uma nova equipa para o manter ativo, que, naturalmente, precisa de tempo para isso. A mudança para um grupo de trabalho com pouca experiência neste domínio, implica uma longa fase de transição e aprendizagem, que está em curso.

 

O Portal do Agrupamento (http://agml.pt/) inclui informações do interesse de todos, e pode ser visitado usando também a hiperligação à esquerda, onde está escrito “Monte da Lua”. Aqui é possível subscrever a Newsletter do Agrupamento, que inclui sempre assuntos apelativos, de leitura irresistível.

 

As notícias sobre Colares podem ser lidas no referido portal ou diretamente seguindo este link: http://agml.pt/index.php/ebi-colares/noticias

 

No conjunto das publicações OnLine do Agrupamento, o Chão de Areia não foi relegado para último plano, pois ficará consideravelmente enriquecido, passando a incluir crónicas e artigos de opinião, tornando-se num verdadeiro Arauto da Cultura.

 

Diferentes dias virão. Para já o Chão de Areia fica em Ponto Morto.
José Maria Silva

Geodiversidade, Solos e Florestas

Fala-se hoje muito de biodiversidade e ainda bem que assim é. Os biólogos têm sabido dar o devido relevo a este importantíssimo tema. O mesmo não tem acontecido com a GEODIVERSIDADE, palavra ainda ausente no discurso oficial, apesar de, não é demais lembrar, a geodiversidade constituir o suporte de toda a biodiversidade.

Numa primeira aproximação, geodiversidade pode ser entendida como o conjunto de todas as ocorrências de natureza geológica, com destaque para rochas, minerais e fósseis (testemunhos de uma biodiversidade passada), dobras e falhas, grutas naturais e galerias de minas, relevos e depressões terrestres e submarinas, vulcões, etc.
Em condições favoráveis, os agentes físicos, químicos e biológicos, existentes à superfície do planeta, alteram a capa externa das rochas, condição necessária ao nascimento do SOLO (do latim solum, chão, pavimento) definido como um corpo natural, complexo e dinâmico, constituído por elementos minerais e orgânicos, caraterizado por uma vida vegetal e animal própria, sujeito à circulação do ar e da água e que funciona como recetor e redistribuidor de energia solar. Com efeito, quando ardem a madeira ou o carvão, seja ele o carvão vegetal ou o fóssil (a lenhite, a hulha ou a antracite), todo o calor que libertam é energia solar neles retida que se liberta. Toda a força que os animais, incluindo este “bicho” complicado que somos nós, desenvolvem no trabalho que executam, teve origem na luz solar, absorbida pelas plantas usadas na sua alimentação.
Entidade presente na imensa maioria das terras emersas, na interface da litosfera com a atmosfera e a biosfera, o solo estabelece, assim, a fronteira entre a geodiversidade e a biodiversidade. Sem solos não haveria prados, charnecas, tundras ou FLORESTAS, nem hortas, searas, montados, vinhas ou olivais, nem toda a biodiversidade animal que nos rodeia.

A Floresta é um habitat intensamente arborizado com inúmeras muitas espécies de outras plantas e animais. A sua biomassa por unidade de superfície ultrapassa, de longe, a de outros biomas. Ocupando cerca de 30% da superfície terrestre, a floresta têm ação sobre o clima e representa um setor importante na economia da sociedade, como fonte de riqueza (madeira, resina, celulose, cortiça, frutos, entre outros).

Segundo o dicionário da Porto Editora, a palavra “floresta” provém do frâncico “forhist”, coletivo de “forha”, que significa plantação de pinheiros, através do francês antigo “forest”, hoje “forêt”.

O oxigénio atmosférico que nos assegura a vida é o resultado de uma interação constante e contínua por parte de todas as plantas que nos rodeiam. É por isso que dizemos que os parques arborizados, no interior das cidades, são os seus pulmões. E é por isso que lutamos pela defesa das florestas de todas as latitudes e altitudes, das quentes e húmidas, como a amazónica, à taiga canadiana e siberiana, passando pelas de climas temperados, pois são elas que fabricam essa parte importante (21%) do ar que respiramos.

A. M. Galopim de Carvalho

Algumas das melhores ilustrações do Chão de Areia

Todas elaboradas propositadamente para ilustrar artigos deste jornal, cujos títulos e datas de publicação se encontram acima de cada uma delas.

1000 Artigos! (31 Mar 2014)

E vão 5! (18 Set 2014)
5Anos

Boas Férias! (31 Jul 2015)
DeFerias

Boas Férias (1 Ago 2017)

Miradouro do Arco da Rua Augusta (18 Fev 2014)

O Trigo e o Joio (9 Jun 2018)

Vencedores e textos do Prémio Literário 2012 (11 Jul 2012)

Desenho do Nome (24 Mai 2018)

Como Se Fez – 12: DH2 (14 Mai 2014)

Acerca deste Jornal (30 Mai 2018)

De Férias (30 Jul 2018)

Pergunta da Quinzena – Conclusão (29 Jul 2018)

José Maria Silva

O Tempo vale aquilo que fazemos com ele

O Chão de Areia Faz nove anos a 18 de setembro. Nunca, ao longo da sua existência, houve tão pouco tempo para o ir desenvolvendo. Esta exagerada escassez de horas tem-se verificado durante os últimos anos letivos. Manter o Chão de Areia ativo é muito trabalhoso, já o referimos nos textos “Acerca deste Jornal” e “Balanço de Final de Ano Letivo”, cuja releitura aconselhamos.

Estão publicados 1609 artigos, 123 dos quais no último ano letivo, porém, garantir a cadência e a qualidade foi um esforço hercúleo, muito para lá das nossas verdadeiras capacidades. O trabalho necessário foi realizado, em grande parte, prejudicando a vida pessoal, já que a profissional não pode ficar abalada com outro serviço. O Chão de Areia não é um Blogue qualquer, tem padrões mínimos de qualidade, dos quais não devíamos abdicar, porém, lamentavelmente, vamos ter de o fazer. Fomos nós próprios e a anterior equipa editorial, que estabelecemos objetivos tão ambiciosos, mas não temos possibilidade de os manter, sem que o tempo atribuído ao jornal seja repensado.

Assim, por incapacidade da nossa parte, o Provérbio do Dia e passa a ser mensal, incluindo Citações. A Agenda Histórico-Científica acaba, não sendo substituída e o número de artigos a publicar fica consideravelmente reduzido. Este Editorial é o primeiro artigo de setembro.

Se pretende ler a totalidade deste texto, siga a hiperligação.

José Maria Silva
Editor do Chão de Areia em 2017/2018

De Férias

Estamos em pausa.
Fica o agradecimento a todos os nossos leitores e amigos, pelo tempo gasto a ler o que publicámos.
Boas Férias.
O Editor

Pergunta da Quinzena – Conclusão

– Resposta da questão anterior: Alpes italianos. Confira aqui.

 

Resultados: A pessoa que melhor conhece e navega no Chão de Areia é o  Coordenador da nossa Escola, o professor Nuno Cabanas, que acertou em todas as perguntas a que respondeu.

Agradecemos a todos os leitores a participação neste passatempo.

JML