Algumas das melhores ilustrações do Chão de Areia

Todas elaboradas propositadamente para ilustrar artigos deste jornal, cujos títulos e datas de publicação se encontram acima de cada uma delas.

1000 Artigos! (31 Mar 2014)

E vão 5! (18 Set 2014)
5Anos

Boas Férias! (31 Jul 2015)
DeFerias

Boas Férias (1 Ago 2017)

Miradouro do Arco da Rua Augusta (18 Fev 2014)

O Trigo e o Joio (9 Jun 2018)

Vencedores e textos do Prémio Literário 2012 (11 Jul 2012)

Desenho do Nome (24 Mai 2018)

Como Se Fez – 12: DH2 (14 Mai 2014)

Acerca deste Jornal (30 Mai 2018)

De Férias (30 Jul 2018)

Pergunta da Quinzena – Conclusão (29 Jul 2018)

José Maria Silva

O Tempo vale aquilo que fazemos com ele

O Chão de Areia Faz nove anos a 18 de setembro. Nunca, ao longo da sua existência, houve tão pouco tempo para o ir desenvolvendo. Esta exagerada escassez de horas tem-se verificado durante os últimos anos letivos. Manter o Chão de Areia ativo é muito trabalhoso, já o referimos nos textos “Acerca deste Jornal” e “Balanço de Final de Ano Letivo”, cuja releitura aconselhamos.

Estão publicados 1609 artigos, 123 dos quais no último ano letivo, porém, garantir a cadência e a qualidade foi um esforço hercúleo, muito para lá das nossas verdadeiras capacidades. O trabalho necessário foi realizado, em grande parte, prejudicando a vida pessoal, já que a profissional não pode ficar abalada com outro serviço. O Chão de Areia não é um Blogue qualquer, tem padrões mínimos de qualidade, dos quais não devíamos abdicar, porém, lamentavelmente, vamos ter de o fazer. Fomos nós próprios e a anterior equipa editorial, que estabelecemos objetivos tão ambiciosos, mas não temos possibilidade de os manter, sem que o tempo atribuído ao jornal seja repensado.

Assim, por incapacidade da nossa parte, o Provérbio do Dia e passa a ser mensal, incluindo Citações. A Agenda Histórico-Científica acaba, não sendo substituída e o número de artigos a publicar fica consideravelmente reduzido. Este Editorial é o primeiro artigo de setembro.

Se pretende ler a totalidade deste texto, siga a hiperligação.

José Maria Silva
Editor do Chão de Areia em 2017/2018

De Férias

Estamos em pausa.
Fica o agradecimento a todos os nossos leitores e amigos, pelo tempo gasto a ler o que publicámos.
Boas Férias.
O Editor

Pergunta da Quinzena – Conclusão

– Resposta da questão anterior: Alpes italianos. Confira aqui.

 

Resultados: A pessoa que melhor conhece e navega no Chão de Areia é o  Coordenador da nossa Escola, o professor Nuno Cabanas, que acertou em todas as perguntas a que respondeu.

Agradecemos a todos os leitores a participação neste passatempo.

JML

Diplomas 4º Ano

Os alunos do 4º ano da EBI de Colares receberam, no passado dia 22 de junho os seus diplomas de final ciclo. Foi uma festa memorável. Os nossos meninos merecem.

Agradecemos a presença de todos, familiares e corpo docente. Um futuro maravilhoso é o que desejamos.

As professoras Catarina Oliveira e Mónica Brás

Rochas Vulcânicas de Aparência Sedimentar

Na sequência de atividade vulcânica explosiva, as cinzas, que alguns autores referem por “tephra” (termo grego que significa cinza), os “lapilli” (termo italiano equivalente a “bagacina”, usado nos Açores) e demais materiais sólidos ejectados, referidos no conjunto por piroclastos, acabam por se depositar por efeito da gravidade, constituindo acumulações mais perto ou mais longe do respectivo vulcão, em função da magnitude das explosões, do vento e das dimensões dessas partículas. Uma deposição por efeito gravítico é, para todos os efeitos e por respeito pelo significado das palavras, uma sedimentação. O modo de deposição, por queda gravítica, destes materiais confere, às respectivas acumulações, estruturas em camadas sobrepostas, à semelhança dos estratos das rochas sedimentares.
Assim sendo, alguns sedimentólogos, entre os quais, o alemão J. Walther e o americano de origem alemã A. W. Grabau, no primeiro quartel do século XX, e os seus seguidores, os americanos G. M. Friedman e J. E. Sanders, cerca de meio século depois, consideraram estas acumulações vulcânicas como rochas sedimentares, incluindo-as nas rochas detríticas.
Porém, outros estudiosos nesta área, entre os quais me incluo, discordam deste critério. Com efeito, tais produtos são o resultado de uma atividade endógena (o vulcanismo) e não exógena, condição implícita no conceito de rocha sedimentar. As acumulações estratificadas de piroclastos não resultam de erosão e de transporte, tal como é definido em geodinâmica externa, mas apenas sofreram arremesso explosivo e deposição por gravidade. Assim, devem ser consideradas no âmbito das rochas vulcânicas e, portanto, no das magmáticas ou ígneas. Nestes termos, a conceção dos citados autores deve, pois, ser rejeitada como, aliás, o foi pela Comissão para a Petrologia, da International “Union of Geological Sciences” (IUGS).
Numa série como a do Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra, caraterizado pela alternância de escoadas de lavas basálticas e níveis piroclásticos (tufos e outros), a obediência ao critério de Walther-Grabau apontá-lo-ia como uma sequência de rochas alternadamente magmáticas e sedimentares, o que não faz qualquer sentido.
Não é o caso dos “lahars”, um tipo particular de grandes escoadas lamacentas, formadas por cinzas vulcânicas empapadas de água que se desprendem torrencial e catastroficamente das vertentes do aparelho vulcânico, destruindo e afogando tudo sob um espesso manto de lama, como aconteceu em Armero, na Colômbia, a 14 de Novembro de 1985. A cidade foi quase instantaneamente soterrada pela rápida descida de um “lahar” vindo do vulcão Nevada del Ruiz, que vitimou cerca de 23 000 dos seus 30 000 habitantes. Os materiais resultantes da deposição destas escoadas já devem, com efeito, ser considerados rochas vulcano-sedimentares, tendo sido designados pela dita Comissão para a Petrologia, da IUGS, por epiclastos (do grego “epi”, superficial, por cima), quando ainda incoesos, e por epiclastitos, uma vez consolidados.
Ilustração: Camadas de piroclastos (tufos) no Complexo Vulcânico de Lisboa-Mafra, deslocadas por efeito de uma falha inversa (compressiva).
Foto de Teresa Isabel Loureiro
A. M. Galopim de Carvalho

Museu da Assembleia da República – Peça de julho

PEÇA DO MÊS | DEFUMADOR

Recipiente para queimar ervas aromáticas, em forma de pequena caixa troncocónica e tampa perfurada, de porcelana de pasta dura coberta exteriormente na totalidade com esmaltes sobre o vidrado no estilo Ko-Kutani. Marcado na base.

O corpo é revestido de esmalte preto coberto por pontilhado azul-turquesa, sobre o qual se destaca em esmalte dourado a decoração Karakusa de enrolamentos de gavinhas e pequenas folhas, assimétrica e pontuada por crisântemos. Junto à base tem cercadura vermelho ferro decorada com folhas lanceoladas douradas, assenta em três pequenos pés trapezoidais, dourados. A tampa, com decoração idêntica e orla vermelho ferro com pontos dourados, tem pomo dourado e três aberturas ovais. O interior não é vidrado.

A porcelana Kutani surgiu no Japão em meados do século XVII, na vila de Kutani, sob o patrocínio do clã Daishoji, extinguindo-se no início do século seguinte. A produção, caracterizada por revestimentos de esmaltes policromos de cores fortes e brilhantes sobre fundos de padrões intrincados, não teve aceitação idêntica à da porcelana de Arita, sua contemporânea, muito apreciada no Ocidente pelas peças em estilo Imari eKakiemon, que foram então adquiridas para as grandes coleções reais europeias.

A produção no estilo Kutani foi retomada na província de Kaga no início do século XIX, época de revivalismos, mantendo as características de utilização de cores vivas sobre desenhos densos, cobrindo toda a superfície da peça. A divulgação nas exposições universais europeias permitiu a promoção de uma produção industrializada para o vasto mercado da Europa e Estados Unidos da América, sendo a maioria das peças então exportadas revestidas de esmalte vermelho com profusa decoração de ornamentos dourados, denominada Akae. A pesquisa desenvolvida entretanto pelos artesãos japoneses permitiu criar novas técnicas, aperfeiçoando a qualidade da pasta e dos esmaltes, mas também novos modelos e novas decorações. A atual produção, de qualidade excecional, embora renovada, mantém a característica decoração esmaltada sobre o vidrado, com fundo de padrão de pequenos motivos, geometrizante, em contraste com motivos dinâmicos pintados em esmaltes de outra cor.

Esta peça foi oferecida em 6 de setembro de 2001 ao Presidente da Assembleia da República, António de Almeida Santos, pelo Presidente da Câmara dos Conselheiros da Dieta Nacional do Japão, Yutaka Inoue.

 

 

Quarto Ano no Gimnodesportivo

No dia 15 de junho, as turmas do 4º ano da EBI de Colares deslocaram-se ao pavilhão gimnodesportivo da EB2/3 para conhecerem as instalações e as diferentes modalidades da Educação Física. A professora Sofia Loureiro, de educação física e os alunos do 8º C, ajudaram a execução dos exercícios. Os alunos do 4ºano agradecem a todos a disponibilidade e a partilha de conhecimento.
Adorámos este dia.
Os Alunos do 4º Ano

Pergunta da Quinzena – 8

– Resposta da questão anterior: Cinco. Confira aqui.

 

No ano de 2011, onde se realizou o Campeonato Mundial de Orientação, para o qual a nossa escola foi apurada? (notícia publicada a 13 de junho de 2011)
JML

Recolha de Caixas de Ovos

A turma do 8º C, na disciplina de Organização do Projeto de Turma (OPT), dinamizou uma atividade que consistiu em revestir o teto do Bar do Alunos, com o intuito de diminuir o ruído existente neste espaço.
Este projeto ainda não ficou concluído neste ano letivo, no entanto, com este pequeno texto, pretendo em meu nome, como professora da disciplina e, em nome dos alunos envolvidos, agradecer a participação de todos na recolha das caixas de ovos. O número de caixas até hoje recolhido, superou em larga escala a nossa expetativa e foi muito gratificante perceber que, de algum modo, muitos alunos e seus familiares, professores, auxiliares de ação educativa, entre outros, se comprometeram com esta iniciativa e nos ajudaram.Acrescento ainda que, a concretização deste projeto também teve a especial colaboração dos elementos do Conselho de Turma do 8ºC, em especial das disciplinas de Educação Visual e Matemática e, da Coordenação da Escola, por isso, muito obrigada a todos!
Prof. Liliana Cabral