Visita de Estudo à Futurália

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PROCURAR DECIDIR O FUTURO INDO À FUTURÁLIA!

No passado dia 29 de março, os alunos das quatro turmas do nono ano da Escola Básica Integrada de Colares, viveram um dia diferente.

Aproxima-se o final do ano letivo e as perguntas começam a ser muitas para aqueles que, após  vários anos de permanência na Escola Básica Integrada de Colares, sabem agora que têm que tomar uma decisão: “O que devo seguir?”, “E se a área que escolher não for a mais certa?”, “Como devo tirar as minhas dúvidas?”, “Ir para um curso profissional é o mais indicado para o meu caso?”… foi com estas e outras questões que os nossos alunos partiram rumo à Futurália.

O dia foi muito bem passado, com ofertas muito diversificadas, interessantes e com pessoas habilitadas para esclarecerem todas as dúvidas apresentadas. A par de tudo isto, muita diversão e… o conhecimento de pessoas conhecidas na área do desporto e, no final da tarde, uma surpresa: a visita do Sr. Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com quem alguns dos nossos alunos tiraram excelentes “selfies”.

No final do dia o cansaço era evidente mas também era o rosto de satisfação de todos aqueles que participaram nesta aventura da “Futurália”

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Patrícia Alves

Há Montanhas e Montanhas

Em linguagem popular, toda a gente sabe que uma montanha é um monte grande, mas ninguém é capaz de dizer onde acaba o monte e começa a montanha. Tal acontece, porque a palavra, vinda do latim “montanea”, entrou na linguagem popular com a indefinição que a carateriza e, embora não tendo a especificação exigível no léxico científico, entrou no vocabulário geológico. Situações idênticas são as que podemos exemplificar com os conceitos de rio e ribeiro ou de calhau e seixo.

Para o alentejano, com exceção da Serra de S. Mamede, com os seus 1025m de altitude, na vizinhança de Portalegre, a grande maioria dos relevos corresponde a elevações muito modestas quando comparadas com as do Centro e Norte do País.

Serra de S. Mamede

Porém, para o homem que escalou a pé todos estes relevos, na luta que travou pela sobrevivência, quaisquer colinas com cem metros de desnível lhe mereciam o nome de serras. Não obstante a ideia generalizada de “planície alentejana”, para os rurais meus conterrâneos “o que não falta aqui são serras”. Basta consultar a toponímia da que é a mais extensa província de Portugal, para verificar que, além daquelas de que falam os manuais de ensino (Ossa, Grândola, Cercal e Portel) há muitas mais, só conhecidas pelos residentes.

Serra de Portel

Para o comum dos cidadãos e limitando-nos a três exemplos nacionais: o vulcão do Pico, a serra da Estrela, a de S. Mamede e a da Arrábida são montanhas, porque, por assim dizer, são grandes montes.

Na linguagem geológica o vulcão do Pico não é uma montanha, cresceu por acumulação de lavas, cinzas e outros piroclastos, derramados e projetados pela respetiva cratera.

A serra da Estrela, corresponde, “grosso modo”, a um bloco de terreno que subiu, ao longo de falhas, à semelhança de uma tecla de piano que se eleva acima das outras. A geologia não dispõe de nome em português para designar este tipo de relevos. Utiliza desde sempre o termo alemão “Horst”.

Para o geólogo só a serra da Arrábida é uma montanha, no sentido orogénico (do grego: “orós”, montanha, e “genesis”, origem, nascimento) da palavra.

Para explicar a formação de uma montanha neste último contexto, vamos imaginar uma série de lençóis, mantas de diversas qualidades e espessuras, cobertores, um édredon e o mais que se quiser, tudo bem esticadinho e empilhado em cima da cama.

Imaginemos que este empilhamento representa alguns quilómetros de espessura de camadas de sedimentos depositados no fundo de um oceano, ao longo de cem ou mais milhões de anos, como é, por exemplo, o que está a acontecer no Oceano Atlântico, aqui ao nosso lado.

Vamos agora abrir bem os braços e agarrar esta pilha de roupa, uma mão de cada lado, e apertá-la para o meio da cama. Fica tudo amarrotado, com dobras para cima e outras para baixo.

Com a força dos nossos braços, em metro e meio de extensão desta roupa e em um ou dois segundos, fazemos, assim, o que a Terra faz, com todas as forças do enorme brasido do seu interior, em milhares de quilómetros de fundo de um oceano e ao fim desses muitos milhões de anos.

– Então uma montanha são rochas sedimentares dobradas?

A esta pergunta a resposta é:

– Sim, mas é mais do que isso.

A porção das dobras que fica para cima representa a parte da cadeia montanha que se eleva à superfície do terreno, como aconteceu na Arrábida e está a acontecer nos Alpes, por exemplo. A porção dobrada que fica para baixo representa a parte que se afunda na crosta terrestre, como se fossem a sua raiz. Acontece ainda que, em virtude das elevadas pressões e temperaturas a que passam a estar sujeitas, as rochas sedimentares que assim se afundam na crosta, se transformam em rochas metamórficas. Na parte mais profunda destas raízes, com temperaturas na ordem dos 800 a 900 oC, as rochas começam a fundir, gerando magmas que, arrefecendo ao longo de milhões e milhões de anos, se transforma em rochas magmáticas como os granitos e outras menos conhecidas.

A serra de S. Mamede é o que resta de uma enorme cadeia de montanhas, verdadeiramente orogénica, que teve aqui, na Península Ibérica, há mais de 300 milhões de anos, tanta ou mais imponência do que os Alpes, hoje em grande parte arrasada pela erosão.

Galopim de Carvalho

Sessão de Sensibilização “Internet Segura”

O Dia Internacional da Internet Segura celebrou-se no passado dia 7 de fevereiro, cujo tema deste ano é “Marca a Diferença: unidos para uma Internet Melhor!”.

Com o objetivo de promover a utilização segura da Internet e consciencializar as crianças, jovens e adultos para os possíveis riscos da sua má utilização, a Professora Florbela Ribeiro dinamizou, com a colaboração da turma do 7ºC, duas sessões de sensibilização “Internet Segura”, nos dias, 7 de fevereiro (turma 5ºC) e 17 de fevereiro (turmas do 4º ano, com os respetivos Pais/Encarregados de Educação e, com convite ao Pessoal docente e não docente), na escola EBI de Colares.

A turma do 7º C fez os seguintes comentários sobre a sua colaboração:

“Foi uma boa experiência, foi bom conversar e saber como os meninos utilizam a sua Internet em casa”.

“Repetiríamos a experiência, porque gostamos muito”.

“Gostámos muito de os ter aqui para os ajudar e incentivar os alunos a ter uma internet mais segura”.

A convite da professora Inês Ferreira, a professora Florbela Ribeiro dinamizou mais duas sessões às turmas 5º A e 5º D, nos dias 9 e 16 de fevereiro, respetivamente.

 

Florbela Ribeiro

Postais digitais de Feliz Páscoa!

Para celebrar a Páscoa, as turmas A, B, C e D do 7º ano da escola EB 2,3 de Colares, realizaram postais digitais, no editor de imagens “GIMP”, no âmbito da disciplina de TIC.

Aqui partilhamos alguns trabalhos para desejar a todos uma Feliz Páscoa!.

Adriana Videira Leonor Inverno

Gaspar Ramos e Laura Lopes

Gustavo Pacheco e Miguel Neves

Vitoria Stratulat e Marta Ribeiro

Ana Rita Raimundo e Maria Fonseca

Eva Lobão e Marta Nunes

Sara Nunes e Soraia Jorge

Maria Firmino e Vera Duarte

Patrícia Gomes e Sofia Almeida

Pedro Suarez e Andreea Galan

Sara Alves e Inês Silva

Sofia Almeida

Sara Bogarim e Daniela Silva

Florbela Ribeiro

Luz Azul 2017

A Assembleia Geral das Nações Unidas designou o dia 2 de Abril como Dia Mundial da Consciencialização do Autismo para ser considerado todos os anos a começar em 2008.

A Federação Portuguesa de Autismo, parceira de Autism-Europe e Autism Speaks, a maior organização americana de autismo, vem novamente pedir a sua colaboração na Campanha Mundial Acendam a Luz Azul (Light it up blue). No âmbito desta campanha todos os edifícios, monumentos e casas se acenderão de azul no dia 2 de Abril de 2016 para assim chamar a atenção sobre o autismo. Veja no site da FPDA alguns exemplos dos edifícios iluminados em 2015.

Todos podemos colaborar nesta campanha, à medida das nossas possibilidades: nos anos anteriores vários agrupamentos de escolas festejaram o 2 de Abril, vestindo-se todos de azul e tirando uma fotografia, outros fizeram uma sessão de sensibilização ao autismo, outros ainda tiraram uma foto com muitos balões azuis que depois largaram. Um Jardim de Infância pediu desenhos pintados de azul a todas as crianças. A imaginação é fertil.

Enviem fotos para colocar no nosso site (www.fpda.pt) e no site do Autism Speaks e no Autism-Europe, redes sociais e páginas portuguesas, tal como aconteceu nos anos anteriores.

Mais uma vez agradecemos a sua participação e apoio, divulgação a nível de toda a população escolar e enviamos os nossos melhores cumprimentos.

A Presidente do Conselho Executivo Isabel Cottinelli Telmo FPDA – Federação Portuguesa de Autismo

Lurdes Novo, docente de Educação Especial

O Ponto Cego

Artigo repescado do Chão de Areia em papel, publicado em dezembro de 2005, reescrito e redesenhado agora para a versão digital.


Objetiva é aquela parte da máquina fotográfica, que está à frente e é constituída por lentes. A nossa visão é, como todos sabemos, subjetiva, ou seja, percebemos aquilo que vemos, de acordo com um infinidade de fatores, desde os nossos próprios conhecimentos e crenças, até às emoções do momento, sem esquecer, naturalmente, a quantidade de luz captada. A Atenção e a Concentração também têm alguma responsabilidade naquilo que queremos ver e nos detalhes que captamos. Isto tudo quer dizer que o nosso cérebro nos engana, pois ele é muito mais esperto do que nós próprios temos consciência… e é mesmo difícil apanhá-lo a enganar-nos, mas por vezes consegue-se.

Todos temos um ponto cego em cada olho, não é um defeito, é uma caraterística. O ponto onde o nervo ótico liga à retina é desprovido de células sensíveis à luz, tanto de cones, como de bastonetes, significa isto que não vemos nada nesse sítio, mas o cérebro encarrega-se de completar a imagem, como se este ponto não existisse. Vai buscar a informação vinda do outro olho (sim, felizmente um dos olhos capta a zona correspondente ao ponto cego do outro) ou, se a outra vista estiver fechada ou não funcionar, ele simplesmente inventa a imagem correspondente à mancha invisível com base nas informações obtidas pelas células que circundam o ponto cego.

Terá de decorar os procedimentos antes de os executar. Leia primeiro e depois faça a experiência. Coloque a imagem do início do artigo, de forma que a árvore fique alinhada com o olho direito, mesmo em frente deste. Tape ou feche o olho esquerdo e fixe a casa, terá de olhar ligeiramente para a esquerda, a seguir afaste a cabeça para trás, sempre com o olhar fixo na casa, verá desaparecer a árvore. Não faça batota, é preciso resistir à tentação de olhar para a árvore pois se o fizer, ela não desaparece. Continuando a afastar-se, volta a aparecer.

Se adaptar o exercício para o outro olho, alinhando a casa com o esquerdo e olhando para a árvore, é a casa que desaparece.

Neste exemplo são apenas linhas quebradas com as cores do arco-íris, mas a área do retângulo podia ser um campo com flores ou uma paisagem, que o resultado seria o mesmo.

Naturalmente, o sucesso da experiência e a distância necessária para que um dos elementos desapareça, depende do tamanho do monitor que estiver a utilizar.

Mais informações sobre o Ponto Cego em:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ponto_cego

Quem pretender mais informações sobre a fraca resolução da nossa visão periférica pode consultar o artigo “Como Se Fez – Pena”, onde deve procurar o parágrafo acima do link para a “Visão 20/20”:

http://chaodeareia.agml.net/2015/06/como-se-fez-pena/

JML

Pegadas de Dinossáurios na Praia Grande do Rodízio

“É com enorme orgulho e satisfação que publicamos um artigo enviado pelo Senhor Professor Doutor Galopim de Carvalho, patrono da Sala 3.

Inicia-se assim uma colaboração com o Chão de Areia, que nos deixa muito honrados.

A Equipa Editorial”


Em 1983, José Madeira e Rui Dias, então assistentes do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências de Lisboa e meus ex-alunos brilhantes, hoje professores universitários, o primeiro em Lisboa e o segundo em Évora, descobriram vários trilhos com pegadas de dinossáurios numa camada de calcário, empinada à vertical, na arriba que limita a sul a Praia Grande do Rodízio, perto de Colares, no concelho de Sintra. Estas marcas ou vestígios fósseis mostram que, há cerca de 120 milhões de anos, andaram nestas paragens corpulentos dinossáurios herbívoros (saurópodes) e carnívoros (terópodes), a avaliar pelas dimensões das respectivas pegadas.

Nesta época longínqua a paisagem era diferente da actual. A serra de Sintra só se elevaria uns 35 milhões de anos depois. A região era uma planície litoral com lagunas frente a um braço de mar, estreito e pouco profundo, a separar as terras hoje da Península Ibérica das da costa do Labrador, no Canadá, uns 25 milhões de anos antes da abertura do Atlântico Norte. É esta história que se poderia contar neste local se os responsáveis acreditassem que isso é importante. Iniciei, em 1992, junto da direcção do Parque Natural de Sintra-Cascais e da Câmara Municipal de Sintra, diligências no sentido da conveniente musealização do sítio, de modo a torná-lo acessível à fruição por parte do público, intervenção essa, sempre prometida e nunca concretizada, face a este relevante polo de atração turística.

O projeto de arquitetura, da autoria do Arqt.º Mário Moutinho, que então apresentei em nome do Museu, e toda a colaboração que, pessoalmente, prestei e prometi prestar não foram suficientes para entusiasmar os sucessivos responsáveis das duas instituições, numa obra simples e de custos relativamente baixos (cerca de 15 000 Euros) na altura, obra que a ciência, o ensino, a cultura e, até, o turismo agradeceriam. Esta inoperância, entre outras causas, é mais uma prova da incultura geológica dos portugueses, incluindo muitos dos responsáveis da administração, uma constatação que venho a fazer há décadas e que não é demais repetir.

Consciente da vulnerabilidade às intempéries do lajão que contém as pegadas, junto à escadaria que liga a praia à estrada de Almoçageme, solicitei o parecer de um técnico do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) que, não só confirmou os meus receios, como indicou o tipo de intervenção a fazer, designadamente, a impermeabilização e consolidação da rocha. Desde então as correspondentes autoridades têm conhecimento desta dramática situação e do risco que isso representa como perda, para todo o sempre, de um testemunho valioso e raro do nosso passado mais antigo. Esta vulnerabilidade do grande afloramento rochoso representa, ainda, um risco latente para os utilizadores desta escadaria e dos que, cá em baixo, frequentam a praia.

A jazida com pegadas de dinossáurios da Praia Grande já começou a ruir. Há anos, uma derrocada maior levou-lhe a parte superior da camada, atulhando e atravancando a escadaria que lhe fica na base, privando os utentes habituais de usar aquele útil percurso (Hoje esta escada está desobstruída e convenientemente arranjada, mas as pegadas continuam à mercê das intempéries).

Nas muitas visitas que tenho guiado a esta jazida, com grupos escolares e de cidadãos dos mais diversos níveis etários e socioculturais, há quase sempre alguém, menos conhecedor dos processos geológicos, que fica confuso e incrédulo ao ver pegadas tão grandes marcadas numa rocha tão dura e numa parede tão empinada.

– Diga-me cá, professor, seria possível animais tão pesados treparem, assim, como se fossem lagartixas? – Perguntou-me, no local, um participante de um grupo que acompanhei numa excursão à serra de Sintra. Mais uma vez expliquei a este e aos outros que o acompanhavam, também eles incrédulos mas calados.

– As pegadas foram deixadas numa superfície horizontal. O chão era uma lama que permitia que a pata ali ficasse marcada. Com o tempo de muitos milhões de anos, essa lama endureceu, transformando-se na rocha calcária aqui à vista.

Para explicar a quase verticalidade das camadas e da disposição, aparentemente insólita, das pegadas, desenhei um trilho numa folha de papel que, depois, arqueei e, ao mostrar-lhes a folha assim deformada, numa espécie de telha, a incredulidade desvaneceu-se.

“Galopinho” é uma das três mascotes criadas em 1998, pelo então Parque Natural de Sintra-Cascais, destinadas aos públicos infantil e juvenil, As outras duas, “Corbi” e “Manas Américas” representam, respectivamente, o corvo-marinho-de-crista (Phalacrocorax aristoteles), ave que habita o litoral do Parque, e o cravo-romano (Armeria pseudarmeria), planta ali endémica. As três mascotes simbolizam, pela mesma ordem, as componentes geológica, faunística e florística do Parque. “Galopinho” evoca a Jazida com pegadas de dinossáurios situada na arriba a sul da Praia Grande do Rodízio (Colares). O seu criador, o desenhador Rui Cardoso, deu-lhe o ar de um fantasminha de um dinossáurio juvenil, risonho e doce, ao gosto das crianças. Esta homenagem simpática e carinhosa que os responsáveis do Parque entenderam prestar-me, foi-me apresentada no Pavilhão da União Internacional da Conservação da Natureza, durante a Exposição Mundial de Lisboa, de 1998.

Amplamente divulgado em t-shirts, bonés, capas de cadernos escolares e outras merchandises dirigidas, sobretudo, aos mais jovens, o “Galopinho”, representa para mim, mais do que o reconhecimento pelas lutas que, em vão, tenho travado nesta região, pela salvaguarda e valorização do património geológico, premeia o intenso relacionamento que mantive com o público juvenil que, carinhosamente, me distinguia como o “avô dos dinossáurios”. Trata-se de um prémio que, evidentemente, muito me apraz, mas que não consola a mágoa e a frustração que me invadem face ao desinteresse dos sucessivos responsáveis do Parque, da estrutura oficial que lhe sucedeu e da Autarquia pela jazida que inspirou a simpática figurinha.

(Adaptado do meu livro “FORA DE PORTAS –  Memórias e Reflexões”, Âncora Editora, 2008)

Galopim de Carvalho

International House Scholarship Competition

 

Divulgamos abaixo a lista dos alunos candidatos à atividade IH Scholarship Competition. A prova realiza-se no próximo dia 8, quarta-feira, pelas 14:30 e tem a duração de 45 minutos. Os alunos deverão comparecer junto às salas 8 e 9, 15 minutos antes do início da prova.

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Veja o regulamento aqui.

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Ana Alexandre e Isabel Botelho

Cuidar Aqui a Terra Inteira!

No passado dia 10 de janeiro, realizou-se na nossa escola uma palestra cujo tema principal foi o AMBIENTE. A oradora foi a Dra. Rita Antunes, membro da Organização Zero, que transmitiu aos alunos envolvidos no projeto Assembleia Municipal Jovem (8.º D, 9.º C e 9.º D) e aos delegados ambientais de todas as turmas do 5.º ao 9.º ano uma visão alargada sobre questões relacionadas com o ambiente.

Também presente esteve o senhor deputado, Dr. Luís Fernandes que tem acompanhado e orientado de perto as sugestões e propostas dos alunos envolvidos.

Por que é urgente defendermos o Planeta Terra!

Por que é imperativo tomarmos TODOS medidas, no nosso dia-a-dia, que melhorem o ambiente que nos rodeia!

Por que é necessário intervirmos de forma ativa, consciente e responsável…

A Escola Básica Integrada de Colares participa uma vez mais na Assembleia Municipal Jovem.

No dia 17 de janeiro estaremos presentes na sessão da Assembleia Municipal e, depois, o debate continua na escola.

O que nos move é “CUIDAR AQUI A TERRA INTEIRA!”.

A Coordenadora do Projeto Assembleia Municipal Jovem da EBI de Colares:
Patrícia Alves

Galopim de Carvalho na EBI de Colares

Tivemos a honra de receber nas instalações da EBI de Colares o Senhor Professor Doutor Galopim de Carvalho, patrono da Sala 3.

Veio dar duas palestras dirigidas aos nossos alunos do 5º e 7º anos e descerrar a nova placa com fotografia e biografia atualizadas.

A cerimónia contou com a presença de vários professores, admiradores e antigos alunos do Professor Galopim de Carvalho.

Após as palestras, este ilustre orador foi presenteado com um retrato executado pelo professor João Trigo.

O evento terminou com almoço num restaurante das proximidades.

Ficámos deslumbrados com a afabilidade e disponibilidade desta figura encantadora, com quem dá gosto falar e que é um prazer ouvir.

Obrigado, Professor.

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JML