O Primeiro Presidente da Assembleia da República

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MUSEU DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA:

 RETRATO DE VASCO DA GAMA FERNANDES

Retrato de Vasco da Gama Lopes Fernandes (4/11/1908 – 9/8/1991) primeiro Presidente da Assembleia da República (de 1976 a 1978), pintado a óleo sobre tela por Pedro Girão e integrado na Galeria de Retratos dos antigos Presidentes do Parlamento português. Concebido a partir de registos fotográficos, este retrato é póstumo, retrospetivo e recomposto, na medida em que documenta a imagem do Presidente à época em que exercia funções, no seu gabinete de trabalho no Palácio de São Bento.
Numa representação normativa, surge em meio corpo, a três quartos para a esquerda, sentado e envergando fato e gravata escuros que ajudam a realçar a camisa, a ampla fronte e as mãos rejuvenescidas, como que indicando uma vida dedicada ao trabalho intelectual – ideia que é reforçada pela presença dos livros sobre a mesa, à esquerda. A expressão é séria, marcada pela idade, e o olhar ausente, obscurecido pelos grandes óculos. A mão direita, repousando na perna esquerda, segura um cigarro que embora aceso parece esquecido; a mão esquerda, despojada da característica aliança, denuncia tensão na forma como agarra o braço da cadeira (identificável, pelo ornato em cálice de acanto dourado, como sendo uma das que integraram o mobiliário da primeira Sala das Sessões da Câmara dos Deputados no Palácio das Cortes, projetada pelo arquiteto Joaquim Possidónio da Silva em 1834).
Formado  em  Direito pela  Universidade de Lisboa, Vasco da Gama Fernandes foi advogado, escritor, conferencista e político, e integrou os grupos fundadores do Movimento de Unidade Democrática (em 1945), do Partido Trabalhista (em 1947), do Partido Socialista (em 1973, na clandestinidade) e do Partido Renovador Democrático (em 1985). Foi Deputado à Assembleia Constituinte de 1976 e eleito Presidente da Assembleia da República por dois mandatos consecutivos.

 

http://app.parlamento.pt/COMUNICAR/Artigo.aspx?ID=784

Mário Castrim

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Mário Castrim, pseudónimo de Manuel Nunes da Fonseca, trabalhou no jornal Diário de Lisboa, até ao seu encerramento, criando, em 1963, o Diário de Lisboa Juvenil. Foi colaborador do semanário Tal & Qual e tinha participação regular no Avante!, tendo enriquecido o jornal, praticamente até ao fim da vida, com os seus poemas.

Desenvolveu imensa atividade na imprensa e na rádio (deixou obra significativa no campo do teatro radiofónico para crianças), marcando presença em conferências, palestras e congressos. Foi membro do júri para o Prémio Europeu de Televisão.

Escreveu livros infantis e juvenis, com destaque para «Histórias com Juízo», «Estas são as Letras», «As Mil e Uma Noites», «A Moeda do Sol», a série «As aventuras da girafa Gira Gira», «O Cavalo do Lenço Amarelo é Perigoso», «A Caminho de Fátima», «O Caso da Rua Jau» e «Váril, o Herói»; com as peças de teatro «Com os Fantasmas não se Brinca» e «Contar e Cardar». É também autor das obras «Televisão e Censura», «Histórias da Televisão Portuguesa» e de dois livros de poesia, «Nome de Flor» e «Viagens».

Privilegiou o contacto permanente com as crianças das escolas de todo o país e com os professores intervindo sobre temas de literatura e televisão.

Aquando da sua morte, o Avante! destacou-o como “figura da vida cívica e cultural do País e militante comunista com muitas décadas de corajosa e coerente intervenção que deu um valioso contributo, enquanto crítico de televisão, escritor e intelectual, para a formação democrática e humanista de muitas gerações”, tendo o Sindicato dos Jornalistas considerado MC «uma referência histórica do género e exemplo a considerar por sucessivas gerações de críticos que  ficará na nossa memória como homem culto e lúcido, cidadão comprometido com o seu tempo e fiel às suas convicções».

Era casado com a também escritora e jornalista Alice Vieira e pai da jornalista e escritora Catarina Fonseca e de André Fonseca, professor universitário.

 

Consulte aqui a bibliografia.

 

Lágrimas, não. Lágrimas, não. A sério –

Enfim, não digo que. É natural.

Mas pronto. Adeus, prazer em conhecer-vos .

Filhos, sejamos práticos, sadios.

 

Nada de flores. Rigorosamente.

Nem as velas, está bem? Se as acenderem

Sou homem para me levantar e vir

soprá-las, e cantar os «parabéns».

 

Não falem baixo: é tarde para segredos.

Conversem, mas de modo que eu também

oiça, e melhor a grande noite passe.

 

Peço pouco na hora desprendida:

Fique eu em vós apenas como se

Tudo não fosse mais que um sonho bom.

 

último poema de Mário Castrim, escrito uma semana antes do seu falecimento

 

Leia aqui outros poemas do autor.

 

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João Guimarães Rosa

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   “O importante e bonito do mundo é isso: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas, vão sempre mudando. Afinam e desafinam. Cada criatura é um rascunho a ser retocado sem cessar.”

Herdando do pai a paixão pelas estórias, teve uma infância privilegiada, convivendo desde cedo com personagens encantadas criados pela mente paterna. O seu tio, apenas dois anos mais velho, lembra-o como um “… menino diferente: sossegado, caladão, calmo, observador, singelo, que lia muito. Sua posição predileta para a leitura era sentado no chão, de pernas cruzadas, a modos de Buda, com o livro aberto sobre as pernas, curvado até bem próximo deste e com dois pauzinhos nas mãos, batendo sobre as páginas, ora um, depois o outro, compassadamente, em ritmo variado, ligeiro ou mais lento, conforme na leitura se movesse o pensamento”.

“Desde menino, muito pequeno, eu brincava de imaginar intermináveis estórias, verdadeiros romances; quando comecei a estudar Geografia – matéria de que sempre gostei – colocava os personagens e cenas nas mais variadas cidades e países. Mas, escrever mesmo, só comecei foi em 1929, com alguns contos, que naturalmente, não valem nada.”

Com sete anos já sabia ler, iniciando os estudos primários, na escola de Mestre Candinho. Começou a estudar francês quando recebeu de um amigo do pai uma gramática e um dicionário para ler revistas francesas que chegavam à cidade. Relativamente ao seu poliglotismo, diria mais tarde: “Falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituânio, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração.”

Aos 10 anos de idade, deixou a sua terra natal para ir estudar em Belo Horizonte e morar com os avós. Concluídos os estudos primários, foi, em 1919, para o Colégio Santo António, uma escola de frades franciscanos, onde não conseguiu integrar-se, pelo que rapidamente regressou a Belo Horizonte, matriculando-se num colégio de padres alemães. Com 16 anos, entrou na Faculdade de Medicina, formando-se em 1930.

A sua estreia literária deu-se, em 1929, com a publicação, na revista O Cruzeiro, do conto “O mistério de Highmore Hall”, que não faz parte de nenhum de seus livros. Em 1936, a coletânea de versos “Magma”, recebeu o Prémio da Academia Brasileira de Letras.

Em 1932, ingressou como voluntário na Revolução Constitucionalista de 1932. Sobre essa experiência, afirmou: ‘’Fui médico, rebelde, soldado… Como médico, conheci o valor místico do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte …’’.

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Caça ao Tesouro na Encosta da Serra de Sintra

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Geocaching – Dia 3

Nos dias 3 e 9 de junho realizou-se a atividade de Geocaching (*), “Caça ao tesouro na encosta da Serra de Sintra”, passando por Colares Velho, Gigarós e Penedo, participando todas as turmas do 7º ano, da escola EB 2,3 de Colares e que contou com a participação de dois Encarregados de Educação.

Com esta iniciativa, deu-se oportunidade aos alunos de conhecerem as terras limítrofes da nossa escola, sensibilizando-os para atividades ao ar livre e para a importância que a natureza tem no nosso bem-estar físico e psicológico, complementada com a utilização das tecnologias.

 Geocaching – Dia 9

Um agradecimento especial aos meus colegas pela colaboração e boa disposição: professores Carlota Gil, Fernando Cândido, José Maria Silva,  Maria João Almeida e Patrícia Alves.

(*) O Geocaching é uma caça ao tesouro dos tempos modernos, jogado ao ar-livre em quase todo o mundo com um dispositivo GPS. A ideia base do jogo é dirigir-se até umas coordenadas específicas e encontrar a cache (caixa) escondida nesse local. Para mais informações consultar o Website: www.geocaching.com.

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Florbela Ribeiro

Lídia Jorge

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      “É indispensável e quem pensa que se pode dispensar comete um erro absoluto. O papel mais importante da literatura é ela permitir que nós – com a matéria prima do pensamento, a gramática das palavras – alimentemos o nosso cérebro lento. A capacidade de reflexão, de invenção, de sonho, de evasão, que faz do ser humano um ser feito para a irrealidade e portanto o torna humano. Por outro lado, dá-nos a capacidade de treinar a alteridade, isto é, de imaginarmos que podemos viajar dentro de uma pessoa diferente de nós. Isso é a base da criação dos valores. Aprendermos a subverter o nosso papel, aprendermos a não nos colocarmos só como o centro do mundo mas vermos que o mundo tem vários centros – relativizarmos a nossa própria posição. Não digo isto de uma perspectiva moral mas de uma perspectiva antropológica que faz com que sejamos seres mais para o desejo do conhecimento, da partilha e da fraternidade do que para a violência. “

                                                                sobre o papel da literatura na sociedade atual

Licenciada em Filologia Românica, foi professora em Lisboa, Angola e Moçambique, para onde partiu em 1970. Ali viveu o marcante ambiente da Guerra Colonial que, mais tarde, retrataria no romance “A Costa dos Murmúrios” através da perspetiva da mulher de um oficial do exército português de serviço em Moçambique.
De regresso a Lisboa e à atividade docente, em 1980 publicou o romance “O Dia dos Prodígios”, uma alegoria do país fechado e parado que Portugal era sob a ditadura, à espera de uma força que o transformasse, e que lhe valeu o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa. Este romance, com grande impacto junto do público e da crítica, foi considerado por muitos um marco na literatura portuguesa.
“De facto há pessoas que o dizem, mas eu não sei. Sei que na minha vida foi um grande marco. […] percebo que há leituras muito comovidas em torno dele. Quando se faz o balanço dos livros do séc. XX muitas vezes integra-se “O Dia dos Prodígios” entre os livros marcantes mas não sei o que ele virá a ser no futuro. Sei que me honro de tê-lo escrito, foi uma espécie de prenda que a vida me deu. Acreditei plenamente no impulso literário […]. Era um livro com uma história que a princípio estava fora de moda, porque era sobre o povo. Além disso utilizava uma linguagem que literariamente estava ultrapassada, mas eu escrevi para que esse universo não fosse esquecido. Acabou por ser um livro que tem uma unidade que toca os leitores e eu estou contente que isso tenha acontecido.
A par da escrita (cujo processo encara como uma “alquimia” inexplicável, afirmando que “o impulso para a escrita é quase tão antigo como eu ter aprendido a ler e a escrever”), colabora regularmente com jornais e revistas e foi professora convidada da Faculdade de Letras de Lisboa, atividade que interrompeu para desempenhar funções na Alta Autoridade para a Comunicação Social, entre 1990 e 1994.
Os seus livros têm-lhe merecido variadíssimos prémios e estão traduzidos para diversas línguas.

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Uma Viagem pelo Tempo da História


Baú Pedagógico

Escola Básica Integrada de Colares

Nos dias 6 a 9 de junho decorreu a grande exposição temática de História, numa viagem memorável pelo tempo, desde a Pré-História até à Idade Contemporânea.

Os trabalhos expostos foram realizados por alunos dos 5.ºs aos 8.ºs anos com ajuda dos pais, encarregados de educação, familiares e amigos.

Durante os dias da exposição “Baú Pedagógico – Uma Viagem pelo Tempo da História”, as Bibliotecas da Escola Básica e do Pólo, receberam muitos visitantes. Os encarregados de educação fizeram questão de visitar a nossa escola e apreciaram o trabalho dos seus educandos. A Associação de Pais da Escola (ASPES) fez-se representar tirando várias fotografias do evento.

O Grupo Disciplinar de História (2.º e 3.º Ciclos) agradece uma vez mais o empenho e dedicação de todos: alunos, pais, encarregados de educação, coordenação da Escola, equipa da Biblioteca Escolar e o Núcleo de Teatro e Animação, sem os quais esta iniciativa não seria possível concretizar.

A todos o nosso muito obrigado!

 

Grupo Disciplinar de História (2.º e 3.º Ciclos)

Participar para Decidir!

OS DEPUTADOS DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE COLARES NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL JOVEM

Nervos, ânsiaverificação do Projeto de Recomendação e dos Compromissos que se iriam assumir perante os Senhores Deputados da Assembleia Municipal da Câmara de Sintra, do Vice-Presidente, dos Senhores Vereadores e Deputados. Estes eram os sentimentos dos nossos sete deputados do 9.º E que representaram no dia 2 de junho, a Escola, na sessão final, perante 120 jovens deputados de vários estabelecimentos de ensino do Concelho de Sintra. O auditório do Centro Cultural Olga Cadaval estava calorosamente preenchido.

A par do nervosismo, próprio de quem é “deputado” pela primeira vez, os sete jovens mostraram determinação, empenho, firmeza e muita, muita dedicação a uma causa nobre que é a participação estreita com o órgão máximo do poder local a fim de colaborarem apresentando as suas propostas e assumindo compromissos.

As medidas apresentadas foram alvo de reflexão cuidada dos senhores Vereadores que saudaram principalmente a atenção e o cuidado que os nossos alunos mostraram com a população idosa do Concelho. Lançaram o desafio para o voluntariado dos jovens de para com os idosos de Colares… a Câmara ACEITOU. As restantes propostas foram igualmente analisadas e refletidas pelo Senhor Vice-Presidente que enalteceu os compromissos assumidos pelos nossos alunos.

Findas quatro horas de sessão, por volta das vinte e duas horas, os nossos deputados saíram orgulhosos com sentido do “dever cumprido”.

A presença da Coordenadora da Unidade Orgânica de Colares, Dr.ª Dulce Mariano, ao longo de toda a sessão, para surpresa dos alunos e da professora coordenadora do projeto, Patrícia Alves, foi motivo de orgulho e de grato agradecimento.

No final, as fotografias, sem esquecermos os colegas da escola sede do nosso Agrupamento, Escola Secundária de Santa Maria que participaram, igualmente, de forma exemplar, ao nível do Secundário.

A Direção do Agrupamento Monte da Lua,

À Coordenação da Unidade Orgânica de Colares,

Aos Encarregados de Educação que permitiram esta iniciativa,

A TODOS, muito obrigada!

 

Patrícia Alves

Histórias Digitais em Santa Maria

Vídeo vencedor da 4ª edição do concurso “Histórias Digitais” destinado aos alunos dos Cursos Profissionais da Escola Secundária de Santa Maria.

 

Sara Barbosa

José Viale Moutinho

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Estreou-se em 1968 com a novela “Natureza Morta Iluminada”, seguindo-se-lhe “No País das Lágrimas” (1972), “Histórias do Tempo da Outra Senhora” (1974), “Romanceiro da Terra Morta“ (1988) e “Hotel Graben” (1998). Da sua obra poética destacam-se “Retrato de Braços Cruzados“ (1989), “As Portas Entreabertas“ (1991), “Caderno do Entardecer“ (1996) ou “Areias onde os Gregos se Perdem“ (1998).

Na sua já vasta obra, do conto à poesia, passando pelo teatro e pela ficção, não pode deixar de ser referida a quase meia centena de livros para crianças.

Alguns títulos estão traduzidos em russo, búlgaro, castelhano, alemão, italiano, catalão, asturiano e galego, entre outras línguas.

Tem-se dedicado à investigação sobre a vida e a obra de alguns escritores portugueses do século XIX, com destaque para a recuperação de epistolografia e textos inéditos de Camilo Castelo Branco, Trindade Coelho, António Nobre e Joaquim de Araújo, entre outros. Integrou a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da Morte de Camilo Castelo Branco. Colecionador entusiasta de edições portuguesas e, principalmente, estrangeiras do romancista, publicou, em 2009, a obra “Memórias Fotobiográficas de Camilo Castelo Branco (1825-1890), altura em que anunciou a doação da sua coleção pessoal à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e à Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide (entre os títulos doados encontram-se duas dezenas de edições estrangeiras de Amor de Perdição).

A ele se devem as coletâneas “O Nosso Amargo Cancioneiro” (1972), “Memória do Canto Livre em Portugal” (1975) e “Cancioneiro de Abril” (1999), onde se reúne o essencial do movimento cantigueiro português desde José Afonso.

Tem igualmente feito investigação sobre a Guerra Civil de Espanha (1936-1939) e adeportaçãode antigos combatentes da II República Espanhola em Mauthausen e Dachau.

Participou no movimento português da Poesia Experimental e em exposições de Arte Postal.

Foi diretor da Associação Portuguesa de Escritores, da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, do Círculo de Cultura Teatral e presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

É sócio do Pen Clube Português, da Academia de Letras de Campos de Jordão (Brasil) e membro honorário da Real Academia Galega.

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Campeãs Nacionais de Desporto Escolar!

A equipa do Agrupamento Monte da Lua sagrou-se, mais uma vez, Campeã Nacional de Orientação do Desporto Escolar, no escalão de Juvenis Femininos.

O evento decorreu de 19 a 22 de maio, em Aveiro, e contou com a participação de cerca de 2500 alunos de todo o país, em 17 modalidades.

Na classificação individual, destaque para Beatriz Sanguino e Debora Swinke, campeã e vice-campeã, respetivamente. Completavam a equipa as alunas Mafalda Moreira, Raquel Henriques e Mariana Almeida. A Ana Nunes fazia ainda parte da comitiva e ajudou na organização das provas.

Parabéns às campeãs!!!

 

Avelina Alvarez