Como Se Fez – 43: Amarelo à Frente

 

Primeiro escolhe-se o limão, lava-se bem, limpa-se e corta-se a casca conforme se vê na imagem, tendo o cuidado de não a partir, nem arrancar e de não ultrapassar muito a zona mais larga.

Prepara-se o fundo: cartolina preta colocada a fazer uma ligeira curva na transição entre o plano vertical e o horizontal, isto é, não pode haver qualquer vinco.

A seguir usa-se linha preta de coser, dobrada, enfiada numa agulha. Nó duplo ou triplo a agarrar as duas pontas, espeta-se então a agulha de baixo para cima no topo da casca e puxa-se para o alto, para a levantar. Ajusta-se a posição o limão.

No topo da cartolina estão molas de roupa e um pau de espeto que irão segurar a agulha, mantendo a linha esticada.

Iluminação natural indireta, enquadramento ao alto e, no fim, a pós-produção (programa de edição de imagem) retira o nó e os vestígios visíveis da linha.

Só a linha foi para o lixo, tudo o resto foi reaproveitado.

JML

Stop Leio – Como Foi

No dia 25 de outubro, pelas 9h25 , realizou-se a atividade “Stop, leio 25 minutos” proposta pela BE e que consistiu num momento de paragem para leitura em simultâneo. A atividade contou com a participação das turmas do 6ºE, com os professores Ana Tiago e Carlos Santos; 8ºB, com a professora Ana Alexandre e 9ºD, com a professora Helena Antão. Leu-se em Português, leu-se em Alemão, quem sabe se leia em Francês e em Inglês na próxima sessão. Leu-se em conjunto e leu-se de forma autónoma;  leu-se  para superar  “Desafios de Leitura”, leu-se para sonhar, leu-se para viajar, e leu-se porque sim, pelo simples prazer de ler.

Obrigada a todos pela vossa participação. Esperamos que tenham apreciado o momento.
Professora Paula Jacinto

Terra Treme

No dia 13 de outubro a Terra tremeu. Felizmente, desta vez, foi apenas um simulacro de sismo promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, marcado para as 10:13 horas.

O objetivo desta iniciativa foi chamar a atenção para o risco sísmico e a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo, que podem salvar vidas.

Em caso de sismo, lembrem-se das Regras de Ouro: Baixar, Proteger e Aguardar.

Vicente Poeira – 8º B

Halloween Contest

M.A.S.M.O. – Peça de outubro

Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas

 Sarcófago Etrusco de Arnth Vipinana
Século IV a.C. Nenfro 2,09 x 1,14 x 0,64 Necrópole de Carcarello, Tuscania, Lácio, Itália

Na tampa deste sarcófago está representado um homem de formas vigorosas, sem barba, preparado para um banquete. A única peça de vestuário é um manto que cobre as pernas até ao baixo-ventre. Na cabeça tem uma grinalda arredondada, decorada com losangos. No pescoço tem um torques – gargantilha frequentemente em ouro –, símbolo de riqueza e poder social. Na mão direita segura uma pátera – taça de libações rituais – e com o antebraço esquerdo apoia-se num colchão, evidenciando assim o ventre volumoso, onde se vê o umbigo.

A base do sarcófago apresenta um baixo-relevo – delimitado por duas pilastras laterais com capitéis jónicos –, onde estão representadas oito figuras que compõem uma cena de combate. É possível verificar uma certa uniformidade, pois todos os envolvidos no combate usam um barrete frígio e uma clâmide (manto curto preso no ombro) fechada no peito por uma fíbula.

A cena de combate está dividida em dois grupos de quatro figuras cada, e na extremidade direita surge uma Vanth alada e vestida de chiton curto, que se prepara para desferir um golpe de espada contra o guerreiro caído.

As Vanth, ou demónios da morte, eram entes femininos alados pertencentes ao mundo infernal. A sua presença era considerada um prenúncio do fim. Assistiam à agonia vivida no leito de morte.

A base deste sarcófago apresenta uma inscrição redigida com caracteres etruscos, cuja tradução é: “este (é) o sarcófago de Arnth Vipinana, (descendente) de Sethre”.

O sarcófago de Arnth Vipinana chegou ao Palácio de Monserrate, juntamente com outros dois sarcófagos de membros desta família etrusca, no decorrer do ano de 1867. Sir Francis Cook utilizou-os como decorações nos jardins do seu palácio, denunciando assim o gosto que a Europa culta do Romantismo nutria por antiguidades e obras de arte de povos antigos e exóticos. Ali permaneceram até tempos recentes, tendo sofrido incontáveis danos por parte de visitantes menos esclarecidos e das intempéries.

Finalmente, conseguiu-se a sua remoção para o Museu, tendo sido alvo de um cuidadoso trabalho de limpeza por parte da Escola de Recuperação do Património de Sintra e, já no âmbito do Museu, das ações de restauro consideradas indispensáveis à sua exposição pública.

Marta Ribeiro

Stop, Leio

Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares – MIBE.  Deste modo, a BE convida todos os elementos da Comunidade Educativa a participar na atividade “Stop, leio 25 minutos” na próxima 4ª feira, 25 de outubro das 9h25 às 9h50.

Não se esqueçam de trazer um livro de casa ou requisitar na biblioteca com antecedência.

Participe!

Boas Leituras!

Paula Jacinto

Simulacro de setembro

No dia 29 de setembro de 2017, realizou-se mais um simulacro de incêndio na nossa Escola Básica Integrada de Colares.

Contámos com o apoio das autoridades competentes, tais como os Bombeiros Voluntários de Colares, a GNR (Escola Segura), a Proteção Civil e a Direção o Agrupamento, que procuraram alertar e ensinar os alunos a saber lidar com situações de incêndio que possam ocorrer no futuro.

Catarina Fontoura -  8º B

SOS Oceanos

Encontra-se patente no centro de Ciência Viva de Sintra uma exposição de escultura da autoria da professora Maria del Mar Amate em coautoria com Marta Gaspar subordinada ao tema: SOS Oceanos.

A professora Maria Del Mar esteve no ano letivo transato a lecionar na nossa escola na área do Ensino especial.

As peças expostas, realizadas a partir da reutilização e reciclagem de materiais, foram pensadas tendo como objeto uma reflexão que esta instituição está a promover relativamente ao alarmante problema que o lixo marinho tem vindo a significar para o nosso ambiente.

Um registo fotográfico de circunstância dá-nos, ainda assim, uma ideia da riqueza plástica que as peças apresentam. A recriação das formas associada à exuberância da cor reinterpreta a beleza com que mares e oceanos nos presenteiam. Esta beleza, plasmada nas peças, contrasta com o lixo que lhe está associado (lixo recolhido em algumas praias desta nossa costa).

Maria del Mar é um nome que está em perfeita sintonia com este tema tão atual. Do mar e pelo mar, eis uma exposição/reflexão a não perder até final do mês de Outubro. E aqui tão perto !!!

Mário Barreiro

Duas Notas de Dez

O aluno Gonçalo Loureiro do 7º C, achou 20 euros no recinto da escola e foi entregá-los a uma Assistente Operacional, para que fossem devolvidos a quem os tivesse perdido.

A aluna Raquel Neves, do 9º D, ao tirar qualquer coisa do bolso, puxou, sem querer, os 20 euros que lá tinha. Só se apercebeu da falta do dinheiro, mais tarde, quando precisou dele. Naturalmente, informou uma funcionária do sucedido.

A atitude idónea e altruísta do Gonçalo valeu-lhe a atribuição de um Certificado de Honestidade, criado para o efeito, pela Coordenação da Escola.

Na imagem o momento de devolução das notas e entrega do Certificado.

JML

Mediação de Conflitos, para não esquecer