Informação

É com muito pesar que a Coordenação da Escola EBI de Colares comunica que a nossa funcionária Ana Rodrigues faleceu ontem dia 22 de novembro de 2018, vítima de doença prolongada.

Todos os Professores e Assistentes Operacionais lamentam profundamente a perda e endereçam um forte abraço e Sentimentos à família e amigos.
Funeral: Velório às 9:30 de dia 24 na Casa Mortuária da Igreja de São Martinho (perto do CC Olga Cadaval, Sintra). Saída às 13h para o crematório de Rio de Mouro.

Entrevista aos bombeiros Tiago e Henrique Alexandre

Conscientes da importância da missão dos nossos Bombeiros, as nossas repórteres decidiram realizar uma entrevista a dois bombeiros da zona para melhor sabermos o que é que ser bombeiro…
Repórter – Bom dia Bombeiro Tiago. Onde é que exerce funções de bombeiro?
Bombeiro Tiago (B.T.)- Sou Bombeiros Voluntários de Almoçageme.
Repórter – Por que é que escolheu ser bombeiro?
B.T. – Porque sempre gostei de ajudar as pessoas e desde pequeno sempre considerei os bombeiros verdadeiros heróis.
Repórter – O que mais gosta de fazer neste trabalho?
B.T. – Combater os incêndios florestais.
Repórter – Pensa que os bombeiros têm um papel importante nesta sociedade? Porquê?
B.T. – Sim acho, porque ajudam as pessoas em perigo.
Repórter – Já viveu alguma situação perigosa enquanto bombeiro?
B.T. – Desobstruções de vias devido a cabos elétricos e árvores caídas no chão que colocarão a minha vida em perigo.
Repórter – Como se sentiu?
B.T. – Tive receio de ser eletrocutado. (choque elétrico)
Repórter – O que gostaria de dizer aos jovens para que venham a ser bombeiros voluntários?
B.T. – Digo o lema dos bombeiros (vida por vida, um gosto em ajudar as pessoas).
Repórter – Bom dia Bombeiro Henrique Alexandre. Onde é que exerce funções de bombeiro?
Bombeiro Henrique Alexandre (B.H.A.) – Bombeiros Voluntários de Colares.
Repórter – Por que é que escolheu ser bombeiro?
(B.H.A.) – Para ajudar o próximo.
Repórter – O que mais gosta de fazer neste trabalho?
(B.H.A.) – Gosto de ajudar as pessoas.
Repórter – Pensa que os bombeiros têm um papel importante nesta sociedade? Porquê?
(B.H.A.) – Sim, porque ajudamos em socorrismo, salvamento de animais, salvamento marítimo e acidentes.
Repórter – Já viveu alguma situação perigosa enquanto bombeiro?
(B.H.A.) – Sim.
Repórter – Como se sentiu?
(B.H.A.) – Senti-me assustado.
Repórter – O que gostaria de dizer aos jovens para que venham a ser bombeiros voluntários?
(B.H.A.) – Que os bombeiros são muito importantes para a sociedade e precisam de elementos novos.Repórteres – Muito gratas pelo vosso trabalho, dedicação e a vossa colaboração na nossa entrevista.
Seraloc, 4.ºA

A propósito da inauguração do Dino Parque da Lourinhã

A MINHA VERDADEIRA RELAÇÃO COM OS DINOSSÁURIOS

Quando, há dias, anunciei a abertura do DINO PARQUE, na Lourinhã, tive 780 “gostos”, 928 partilhas e dezenas de comentários, com parabéns, felicitações, palavras de estímulo e outras de agradecimento.

Ora, na realidade, eu não meti um dedo nesta obra, verdadeiro mérito dos lourinhanenses, que só hoje irei ver a convite dos seus reais promotores. Gostava de acreditar que participei no lançamento da semente que lhe deu corpo quando, há já não sei quantos anos, a convite do saudoso amigo Horácio Mateus, participei numa reunião, creio que na Câmara Municipal, com ele em representação de GEAL (Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã), o então Presidente da Autarquia, o Ministro da Ciência e da Tecnologia, Prof. Mariano Gago, e a Dra. Catarina Vaz Pinto, em representação da Quaternaire Portugal, SA.
Mas eu sei qual a origem deste sentimento geral que me coloca, digamos com humildade, no centro do mundo dos dinossáurios que, para as crianças das escolas (por onde sempre andei e continuo, falando para alunos e professores) fez de mim o “pai dos dinossáurios” e hoje, com o passar dos anos (3 décadas), o “avô” dos mesmos bichos.

Tudo começou em 1986, quando dois finalistas da Licenciatura em Geologia da Faculdade de Ciências de Lisboa, Carlos Coke, hoje professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), e Paulo Branquinho, de quem perdi o rasto, meus ex-alunos, descobriram um conjunto de cerca de duas centenas de pegadas de dinossáurios do Cretácico (92 a 96 milhões de anos) no fundo de uma pedreira abandonada e, na altura, a ser usada como vazadouro de entulhos e lixeira clandestina, em Pego Longo (concelho de Sintra) na vizinhança imediata de Carenque (Concelho da Amadora).Ameaçada de destruição pela construção de uma auto-estrada (CREL), empenhei-me, ao limite das minhas capacidades e entusiasmo, como profissional e como cidadão, na sua defesa, apoiado na força institucional do Museu Nacional de História Natural que, então, dirigia. Foi uma luta de cerca de 3 anos (1990-1993), árdua, por vezes dura, contra a insensibilidade dos que decidem.

Escrevi e dei entrevistas a todos os jornais. As rádios deram-me voz e a televisão, imagem, e tive a simpatia e a cooperação de todos os jornalistas que comigo se envolveram nesta luta.

Fui às escolas, vezes sem conta, de norte a sul do país, e tive de aprender o muito que não sabia sobre dinossáurios. Escrevi um livrinho de divulgação, “Dinossáurios”, edição da Sociedade Portuguesa de Ciências Naturais, Colecção Natura, 1998, fui coautor de outro, “ A Vida e Morte dos Dinossáurios”, Gradiva, 1991, e escrevi um outro, ainda, “Dinossáurios e a Batalha de Carenque”, Editorial Notícias, 1994.

Na sequência de uma petição pública, e das conversas que consegui ter com deputados de todos os Partidos, o Parlamento, no dia 11 de Fevereiro de 1993, tomava posição unânime na defesa da Jazida de Carenque. A acta desta sessão foi-me enviada, pessoalmente, acompanhada de uma carta manuscrita pelo próprio Presidente, o Prof. Barbosa de Melo, congratulando-se com a unanimidade conseguida.

Aprendi a circular nos corredores do poder, falei com ministros, secretários de estado, autarcas, presidentes e directores de empresas, passíveis de se interessarem neste processo e tive o apoio e a simpatia do Presidente Mário Soares.

Trouxe, de Londres, ao MNHN, em finais de 1992, a primeira e grande exposição de Dinossáurios Robots com número de visitantes até então e nunca mais alcançado – trezentos e quarenta e seis mil, seiscentos e noventa e quatro (346 694) visitantes, em apenas onze semanas.

Aproveitando a feliz oportunidade da realização do “1º Simpósio Internacional e Primeiro Congresso Mundial sobre Preservação e Conservação de Colecções de História Natural”, em Madrid (10-15 de Maio de 1992), fui ali com uma representação do MNHN, apresentar as nossas dificuldades e pedir o apoio da comunidade científica internacional ali presente.

Tudo isto e muito mais contribuiu para que se fizessem os dois túneis da CREL que passam por baixo da jazida com pegadas de dinossáurios de Carenque.
Em 1994, João Carvalho e seus companheiros da Sociedade Torrejana de Espeleologia e Arqueologia de Torres Novas, descobriram um conjunto ainda maior e mais espectacular, com trilhos mais longos e centenas de pegadas de grandes herbívoros do Jurássico, com cerca de 175 milhões de anos, na Pedreira do Galinha, na Serra d’Aire, perto de Fátima. Voltei a percorrer idêntica caminhada, mas desta vez, menos difícil, rapidamente vencedora e, uma vez mais, sem dar por isso, tornei-me figura pública neste domínio da Paleontologia, sem ser paleontólogo, a ponto de, muitas vezes, ser apresentado, simpaticamente e por ignorância, como o “grande” e, às vezes, o “maior especialista português dos dinossáurios”, o que é falso e sempre me embaraça e me leva a ter de explicar a minha verdadeira relação com este domínio da ciência.

Consegui financiamentos para desenvolver projectos de investigação, trazer a Portugal, especialistas na matéria e enviar estagiários para o estrangeiro, a fim de trabalharem e aprenderem com quem sabia.

A enorme apetência de miúdos e graúdos por tudo o que se relacione com estes animais do passado, fez com que o MNHN, comigo na direcção, trouxesse a Portugal um dezena de grandes e atractivas exposições de dinossáurios e, assim, uma vez mais o meu nome circulou nos media.

Tal esta mediatização que me caiu em cima que, corria o ano de 1994, na Alemanha, nos arredores de Hanover, de visita ao famoso Dinosaurier-Freilichtmuseum de Munchehagen, quando um canal de televisão de Munique, julgando estar eu relacionado com a então importante descoberta, na Lourinhã, de ovos de um dinossáurio terópode com embriões por eclodir, quis entrevistar-me. Tive de lhes explicar que essa descoberta se devia, não a mim mas ao casal Isabel e Horácio Mateus.

A. M. Galopim de Carvalho
(o autor não segue o acordo ortográfico)

Comemoração dos 50 anos

«A EB 2,3 D. Fernando II comemorou no passado dia 29 de outubro de 2018 os 50 anos de existência!

É meio século a fazer história no concelho de Sintra, desde as instalações no antigo Casino (hoje em dia MUSA) até à escola atual, na Rua António Cunha. De entre várias atividades realizadas nesse dia da responsabilidade de várias entidades da Escola (ECO Escolas, Biblioteca Escolar, Coordenação etc.), destacou-se o lanche-convívio pelas 16h30min, que contou com a presença de muitos profissionais / amigos antigos que tivemos todo o prazer em rever.

No blogue da Biblioteca Escolar https://biblogtecaqui.blogspot.com/ está disponível um artigo com algumas fotos da comemoração. Como bem referiu a atual Coordenadora da escola, foi com muitos deles que nós, os mais jovens, aprendemos a viver o dia-a-dia desta profissão tão nobre e desafiante. Venham mais 50 anos!»

Professora Bibliotecária,
Luísa Azevedo e Silva

Halloween e Dia de Todos os Santos

O Halloween surgiu nos Estados Unidos por via dos celtas, ou seja, depois da emigração em massa dos irlandeses, povo de origem celta, para o continente americano no século XIX. A crença de que a barreira entre vivos e mortos está mais vulnerável nesse dia levou os americanos a procurar celebrar o contacto com forças sobrenaturais negativas, mais sombrias, misteriosas e maléficas.

Na noite de 31 de outubro para 1 de novembro, as crianças americanas mascaram-se de criaturas assustadoras – como bruxas, fantasmas ou zombies, por exemplo – e também elas tocam à campainha dos vizinhos em busca de comida. Dizem “doçura ou travessura” e os vizinhos decidem se abrem a porta. Mas se não o fizerem com recompensas (leiam-se doces), habilitam-se a ver ovos atirados contra a janela na manhã seguinte.

Para se entender melhor a relação evidente entre o Halloween e o Dia de Todos os Santos, olhe-se para a origem da palavra: “Halloween” que vem da expressão “All Hallows Eve”, isto é, “Véspera de Todos os Santos”.

Assim, para chegarmos à implementação do Dia de Todos os Santos também é preciso recuar ao tempo dos celtas. Este povo que passou pelo território que é hoje Portugal celebrava o arranque do inverno com dois objetivos: apaziguar os poderes do outro mundo – isto é, as forças do Além, onde estariam as almas dos mortos – e pedir a abundância nas colheitas futuras.

Este tipo de celebração não era, ainda assim, exclusivo dos celtas: também os romanos organizavam os “saturnais”, que funcionavam como uma passagem de ano espiritual, com grandes festas com muita comida e diversão.

Neste dia, acredita-se que a fronteira entre a vida na Terra e a vida Divina estava enfraquecida e portanto podia haver “contacto entre os vivos e os mortos do Além”.

E o Dia dos Finados?

Mas a festa não acaba aqui: a 2 de novembro ainda é dia de celebrar a vida e a morte. Apesar de as pessoas aproveitarem o antigo feriado de dia 1 ou o domingo mais próximo a este dia para homenagear os entes queridos que já partiram, o Dia dos Finados é oficialmente a 2.

Texto adaptado de https://observador.pt/2015/10/30/a-historia-do-dia-de-todos-os-santos-que-quase-morreu-com-o-halloween/

No âmbito da disciplina de Inglês, para comemorar o Halloween, decorreu na Biblioteca da Escola uma exposição/concurso de símbolos alusivos a esta festividade elaborados pelos alunos do 5º e 6º anos de escolaridade.

Os alunos foram convidados a votar no seu trabalho preferido para se apurarem assim os três primeiros lugares. Os resultados serão anunciados em breve.

O grupo de Inglês agradece a todos os alunos que participaram com os seus trabalhos, bem como a ajuda e disponibilidade dos seus Encarregados de Educação e familiares.

Deixa ainda um agradecimento especial à professora Paula Jacinto e à D. Augusta pela forma carinhosa com que receberam e acompanharam esta atividade.

O grupo de Inglês da EBIC

Fotos de Paula Rações

Adivinhas

I- Qual é coisa qual é ela que canta à noite, mas não de dia?

R: ______(agora adivinhem vocês!!!)

Seraloc, 4.ºA

A Lenda de Colares em Banda Desenhada

A lenda de Colares – PDF